sábado, 26 de junho de 2010

Que barulho chato!

Vou tentar escrever pouco. Na verdade, vou escrever pouco porque não tenho um tema “fechado” para escrever, estou aqui, de bobeira, escrevendo para passar o tempo. Conversando com um primo meu – Igor – recebi como indicação de tema vuvuzela. Como e o que alguém escreve sobre esse instrumento? Boa pergunta, também não sei.

Verdade é que vendo os jogos da Copa de 2010 estamos aprendendo a conviver com esse barulho que, sim, é muito chato – alguns até acham que é a “sensação do momento”, mas para mim é um saco mesmo. Ontem estava conversando com uma nova colega sobre o futuro no mundo jurídico. Ela me disse que pensa em mudar de curso, porque ao longo do estudo dela a mesma conseguiu “aprender” que, mesmo querendo, ela não conseguirá mudar “o sistema”. Não acho que ela está de todo enganada, até porque como membro-diretor da entidade de representação dos alunos do meu curso na minha faculdade, vejo que não há escapatória: sempre será difícil, pois sofremos mais do que somos recompensados. O engraçado é que lembro da situação dos professores, que tem que controlar inúmeros alunos, na pretensão de passar-lhes algum conhecimento e por vezes são reconhecidos apenas por um aluno, em uma turma de 50 pessoas. Basta um aluno vitorioso, a quem o professor deu aula há 10 anos antes, para que esse cara cansado de dar aula se sinta revigorado por mais uns anos. No Direito, vemos muitas pessoas falando e pouquíssimas fazendo. Questiona-se sobre mudanças no código, mas aparentemente pouco se faz quanto à modificação do ideário – como diria um professor meu: “não adianta deixar o código moderno se o aplicador não for ‘modernoso’ na utilização do Direito” (não exatamente assim).

E a vuvuzela? Então... não conheço nenhum futuro jurista que não tenha esse barulho chato, ensurdecedor, até desesperador de o que será de seu futuro, de se escolhera o curso certo, etc. Será que os futuros médicos pensam isso de seus cursos? Quando entrei na faculdade tive uma palestra com o seguinte tema: “Sou bacharel. E agora?”

Faço Direito. E agora?

domingo, 6 de junho de 2010

Amizade

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Dicionário Aurélio:

Amizade
s.f. Afeição, estima, dedicação recíproca entre pessoas do mesmo sexo ou de sexo diferente: laços de amizade. / Amor. / Acordo: tratado de amizade. / Benevolência, favor, serviço: provas de amizade. / Simpatia de certos animais pelo homem: a amizade do cão pelo dono.

Dicionário Informal:

Sentimento de simpatia recíproca entre duas ou várias pessoas independente de um vínculo sexual ou de parentesco. Uma espécie de semelhança entre pessoas, um ser que seguirei até o exílio, que defenderei com todas as minhas forças, é uma disposição permanente que decorre de uma escolha livre e recíproca.

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O sentido denotativo dessa palavra fala de per si. Mas ainda quero acrescer de alguns dizeres.

A faculdade, via de regra, é um ambiente sadio, do qual temos que lançar mão de inúmeros esforços para fazermos com que nossa passagem seja o mais próxima possível da excelência no que tange a alcançar aprendizado - tendo por paradigma cada um de nós mesmos. Vez que outrora eu já tenha dissertado acerca da "locução verbal em que um dos verbos é sempre 'aprender'", não me esticarei neste quesito. Mas o que eu posso dizer é que a academia não é local apenas para engrandecimento cognitivo, mas se deve evoluir também espiritualmente, crescer como ser. Aindão não conheço qualquer pessoa que tenha alcançado qualquer evolução sem que tenha tido algum tipo de apoio de amigos - mesmo que algumas "amizades" se pautem no interesse.

Algumas pessoas nós conseguiremos levar para todo o sempre; outras, não. De toda sorte, muito tenho porque poucas possuo, de grande qualidade... Amizade!




É nóix veein! rs

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Nativismo, Patriotismo e Copa do Mundo

Recentemente, às vésperas de mais uma Copa do Mundo, temos visto muitas pessoas se manifestando tanto pró-Copa quanto contra a mesma. No Brasil temos um problema: nos enclinamos totalmente, enquanto Sociedade, a este evento, o que é no mínimo discutível.

Pois vejamos. Há bem pouco tempo me vi defendendo ao menos um dos porquês que leva o Brasil a mudar sua cara perante a Copa, resumindo-a em "Política do Pão e Circo". Essa visão gera duas consequências: 1) somos uma Sociedade manipulada; e 2) somos manipuláveis porque sempre fomos (e somos) carentes. Não sou profundo conhecedor da História, pouco sei de geopolítica e, infelizmente, ainda tenho interesse restrito pela Política, mas precisamos ser um pouco mais crítico e ão apenas julgarmos a nossa "alienação consentida", sobretudo quando em Copa do Mundo, que é um evento de calão mundial. Explicarei meu ponto de visa.

Historicamente o povo brasileiro sempre foi e, em singela análise da conjuntura geopolítica nacional, continuaremos por vindouros anos (não tão dourados assim, creio) clamando por um líder social. É lógico que já tivemos em alguns momentos nossos "mestres", vide exemplos como Zumbi, "Padin Ciço", Garibaldi, os marinheiros negros da Revolta da Chibata, Lula (?), entre outros. Ocorre porém que ainda assim, ao menos em meu juízo de valor, ainda somos aquele povo que por duas ou três assistiu uma movimentação das Forças Armadas para vê-las defender os interesses sociais (delas). Isso é triste.

Destarte, acabamo-nos por sermos uma nação manipulável, e um exemplo que frequenta meu imaginário como um incessante ruído interno é o fato de não termos até bem recentemente aulas obrigatórias de filosofia e noções basilares de Direito (ainda não temos essa opção) para jovens estudantes dos Ensinos Fundamental e Médio. Pior, mesmo pessoas mais instruídas caem em um comodismo deplorável - a meu ver, um "pacto de mediocridade": "Eu não sou manipulado pela mídia, mas só gosto de novelas (?) da Globo" - pequeno exemplo. É como o viciado que insiste em acreditar que para de consumir a substância quando quiser.

Retornando ao título e finalizando minha exposição. Pensemos em um povo que ama sua terra "abençoada por Deus e bonita por natureza" e, via de regra, a defende indisponivelmente (mesmo que reconhecendo suas mazelas, como ser definitivamente maltratado por inúmeros setores de prestação de Serviços estatal), pensaremos em nós. O escapismo que nos desloca a sermos tão instintivos quanto à Copa deve ser combatido, para não nos tornarmos ainda mais manipuláveis e coerentes; mas precisamos entender que o sofrimento nos leva a medidas extremas de compensação - e nesse quesito o brasileiro da aula (de criatividade)!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Economia (Ordem, Progresso... Ação)

Há muito tempo venho tentando produzir um texto cuja matéria principal fosse o Direito. Tentarei agora e, para tal feito, elegi como enfoque, ou melhor, pretexto, a Economia – ciência por muitos odiada e por praticamente todos negligenciada.

A origem da palavra “Economia”, como todos os futuros juristas sabem, vem de “norma da casa”, considerando-se a procedência latina ou grega. Na faculdade o temor que tal frente de conhecimento promove é devido à idéia ainda pré-moldada de que “fiz direito por que não gosto de matemática”. Se pararmos para fazer uma análise detalhada, somos um dos povos mais econômicos do mundo: em meio a taxas de 70% de tributos e impostos que pagamos, ainda conseguimos dar conta de nossas vidas e buscarmos certa felicidade – por favor, não falemos em “jeitinho”, pois é saído desde muito que este é mazela, não virtude.

O Direito como Ciência subjetiva é tão amplo quanto pode ser controverso. Ainda que sua eficácia esteja totalmente vinculada ao juízo de valor feito pelo aplicador (que hora vos escreve, por exemplo), temos que valorizar a capacidade deste instrumento no que tange à manutenção da Sociedade. Falhas e equívocos entravam nosso Ordenamento Jurídico, nosso Sistema; mas jamais mudaremos tal situação enquanto pregarmos uma consciência social ativa e lançarmos mão de um ocium vitae inerente do cômodo pensamento do “deixe que eu deixo”. Medíocre não é ser incapaz, é fingir ser auto-suficiente, sendo totalmente dependente. O ser humano é de per si absolutamente restrito a outros de mesma espécie.

Faço parte de um projeto na faculdade em que falta burocracia, á carência de iniciativa e ausência de ideologia central. Querem que exista anuência por parte dos usufrutuários. Impossível. Se não houver Economia, inexistirá casa. Se não há Direito, teórico é o Estado. Precisamos inovar em criatividade (palavra certa), normativa ou não – e eu sou apenas mais um... escrevendo (!?). Que Deus seja mesmo brasileiro.




PS: Acho que perdeu o foco.

domingo, 16 de maio de 2010

Viver e dirigir: é só começar!

Ninguém nasce sabendo, seja viver ou dirigir. Viemos ao mundo com um objetivo único: aprender. É a partir desse verbo que se estabelecem todos os outros aos quais almejamos: a vida é sempre uma locução verbal, em que um dos verbos é sempre “aprender”. Aprender a ser, aprender a ter; aprender a viver, aprender a dirigir...

É engraçado notar o quão ávidos são os jovens; tão precoces, querem sempre adiantar as etapas, atos vinculados à idade. Para os homens, principalmente, o dirigir, fruto adquirido com a maioridade civil, aos 18 anos, é o símbolo dessa “necessidade de chegar lá”. Ainda que não saibam, esses mesmos jovens são aqueles que, mesmo que nunca tenham dirigido antes, já o fazem; porque, antes, aprenderam, bem ou mal, cedo ou tarde, de uma forma ou de outra, a viver. Por que, então, ir a um Centro de Formação de Condutores? Porque, ninguém aprende sozinho; ou melhor, começa a aprender, já que muitas coisas no “trânsito da vida” devemos conquistar sozinhos.

A princípio, nos é ensinado que dirigir é ter atenção, e que viver é prestar atenção. Enquanto “se dirige por você e pelo outro, que você não sabe o que pode fazer”, vive-se segundo a idéia de que “o meu espaço termina onde o seu começa”. O que é preciso saber, de fato, é aprender...

Aprendi que antes de dirigir é preciso pedir a proteção e a interseção Dele, e que viver é, a cada dia, uma prova de que é preciso, cada vez mais, aprender a confiar nessa interseção/proteção e, também, agradecer. Aprendi que o sinto de segurança e o freio são a cautela que devemos ter no dia-a-dia; e que o acelerador é a autoconfiança, a coragem que nos locomove... a viver. Buracos e quebra-molas são obstáculos transpassáveis; afinal, mesmo quando o carro “morre” você pode “virar a chave” e seguir até a próxima porta que a vida lhe apresentar.

Aprendi que não importa o quão apressados, nervosos, imprudentes são os motoristas ao redor: ao viver é preciso, sempre, buscar apoio em suas próprias convicções para poder dizer a si mesmo: “estou na pista certa e na velocidade permitida”. Que não devemos mudar de faixa ou direção sem sinalizar, afinal, nenhuma pessoa/nenhum carro saberá o que estou fazendo e poderemos colidir. Aprendi que não devemos andar acima da velocidade permitida, porque além de colocarmos muitas coisas em risco, perdemos ruas/oportunidades que nos interessavam – e que nem sempre há um retorno no caminho.

Aprendi que ao dar a marcha ré ou mesmo enquanto se dirige não se pode olhar para trás, afinal, não se deve olhar para uma única direção – nem mesmo com somente uma visão acerca do mundo que nos rodeia. E que mesmo quando a decisão é a de parar abruptamente, é preciso olhar o retrovisor: nem sempre o que está atrás de nós é tão inofensivo quanto parece – nem sempre o que achamos ter deixado para trás realmente o foi.

Aprendi, ainda, que temos que dominar a máquina, seja o carro ou o corpo. Aprendi que ninguém é o “sabe tudo” e que a experiência nos faz dizer que: “tenho muito ainda a aprender”. Porque, afinal, como se diz, viver e dirigir: é só começar!




PS: Fiz esse texo há algum tempo, em 2008, na verdade, com intuito de ajudar algumas pessoas próximas a mim que estavam em situação... complicada.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Insanidade.

Acho que existem muitos tipos de insanidade. Independente do conceito literal, do valor denoativo, sabemos singelamente que insana é a pessoa que não "bate bem da cuca". Veja bem, em um "stand-up" do humorista Diogo Portugal o próprio disse algo ingeteressante, parecido com isso: "Certa vez fui ao shopping e li uma placa dizendo 'proibida a entrada de estranhos'. Tenho uma avó caolha e que fala sozinha. Isso é estranho pra você?" Bom, se ao final não ficar claro o porque dessa passagem, aviso logo, não explicarei.

Fato é que a loucura é algo natural e fundamental à própria sobrevivência da espécie. Sabia disso? Certa vez, eu e minha memória, diga-se de passagem, vi uma reportagem que dizia exatamente isso. E mais, por maior que seja a capacidade cognitiva da pessoa, a sapiência, o QI (não é "quem indinca", nesse caso), TODAS AS PESSOAS SÃO BURRAS POR NATUREZA. Umas são mais, não conseguem perceber que andam com o carro metade em uma faixa, metade na outra, por exemplo; outras são menos, do tipo, "ops, escapuliu". De toda sorte, há muitas controvérsias sobre quem é ou não excêntrico, tirando quem "rasga dinheiro" - até pro Direito essa pessoa é meio desvairida, rs.

Se por um lado preza-se a educação, o "cavalheirismo", por outro, se atrai pelo... diferente, as vezes até "rude".

É, dá para dizer muita coisa sobre esse tema, mas hoje estou um pouco consiso. Creio que eu não seja de todo normal, mas prefiro continuar tentando.

Quero ler este livro (aqui indicado, pelo site): http://www.obaoba.com.br/brasil/magazine/nao-me-leve-serio-1305-por-chuck-hypolitho

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Acceptance

Precisamos entender o porquê ou não precisamos saber nem o "e se"? Quando acontece, é porque "tem que acontecer", para "nos fazer crescer", ou simplesmente está lá (destino)?

Qual a diferença entre educação, amizade, companheirismo... falta de foco? Se o questionamento é a base para a construção, quando recebemos nossas respostas?

terça-feira, 27 de abril de 2010

Development

"Mas, hey mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer..."

A gente cresce em meio a um turbilhão de coisas, informações, possibilidades... E se acha sempre muito capaz ou, no mais, no mínimo, tendo a suficiente capacidade de poder se erguer sozinho. Em alguns momentos, porém, devido a algum fator que se mostre momentâneamente forte, pensamos não ter todo esse "poder". Não que devamos ser arrogantes e prepotentes a tal ponto de sempre nos vermos como "auto-suficientes"; mas entre essa característica e o auto-flagelo que surge como corolário da auto e alta cobrança que fazemos... fiquemos com a primeira opção.

Há sempre algo esperando por você logo a frente - sim, porque não devemos ficar aguardando. Como dizem "no meu mundo": "Um bom advogado cria sua própria oportunidade".

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Semana de Prova

A cada dia vivemos em uma sociedade de maior fundamentação no controle... estamos sempre sendo controlados, incutidos a fazer algo que passamos a acreditar ser nossa própria idéia, mas, na verdade, são oriundas de todos os outros, menos nós mesmos. É tamanha a expressão dessas forças externas que sempre se pode ver/ouvir novos textos, músicas, artigos e afins, sempre a cerca de tal temática. Mas "quem são eles" e "quem eles pensam que são" para ficarem o tempo todo a nossa espreita, confabulando para nos manipular?

Quando jovens aprendemos que devemos nos basear por nossa "consciência limpa", mas crescemos percebendo que o nosso ideal nada mais é do que aquele que a sociedade nos incute. Atualmente, vivendo em um país e mundo cada vez mais contraditórios percebemos com maior facilidade essa contraposição entre o que nós "verdadeiramente" pensamos e o que nos é imposto. Exemplo disso é a paz social. Somos mesmos tão alvoroçados por atingi-la? Somos tão solidários assim? Nossa comoção social está sempre condicionada ao fato exposto pela mídia e, assim mesmo, muitas vezes ouvem-se coisas como "espero que chova, porque ai amanhã não tem prova" - conjuntura: em poucos dias de desastre, cerca de 400 mortos por chuvas/deslizamentos no Rio de Janeiro.

Mas essa situação de controlo não ocorre somente em relação a esse tipo de acontecimento. Quantas vezes você coloca o despertador pra tocar e acaba por acordar primeiro que ele? Isso só pra citar um exemplo. Precisamos ter mais tempo para tirar nossas próprias conclusões e, neste sentido, poder-se-ia utilizar como exemplos dizeres de grandes mentes, como Gabriel Pensador, mas me manterei dentro de uma realidade mais próxima, citando um trecho de um "post" no Blog de um amigo (http://acmpereira.blogspot.com/):

"Mas então eis que eu lanço uma pergunta: Você, vivendo nesta correria do dia-a-dia, ao ver um idoso na rua mendigando, uma criança pedindo esmola no sinal, uma mulher grávida, alguém no chão machucado, enfim, socorreria ou permaneceria na só correria?"

Mais um comentário:

"Numa direção diferente, mas extremamente sugestiva, Gilles Deleuze (1990) acreditava na emergência de uma sociedade do controle. As velhas instituições de confinamento, que surgiram no final do século XVIII e início do século XIX, cederam espaço a instituições menos pesadas, provenientes de campos diversos da área penal e médico–psiquiátrica. Ao mesmo tempo, toda uma nova estratégia de atendimento, que valorizou o ambulatório, estaria liberando os delinqüentes do controle exercido nesses locais obscuros, solenes e totalitários. Essa estratégia responsabiliza os delinqüentes pelos seus próprios atos, bem como a rede familiar e comunitária. Escolas esvaziam–se com a emergência da educação continuada. As fábricas já não seqüestram os indivíduos, na medida em que os liberam do ponto em proveito da produtividade e do trabalho realizado em outros locais. Penas alternativas tenderiam a substituir a pena de prisão. A vigilância não mais operaria por meio do pesado esquema policial–jurídico. As instituições criminais, perdendo seu monopólio, tenderiam a ficar disfuncionais, com o aprofundamento da sociedade do controle, do código de acesso e da rede eletrônica da informação. As instituições disciplinares tradicionais não somente entrariam num longo e irreversível processo de crise, como também sofreriam com o descaso institucional e com a baixa visibilidade política. A disciplina não seria mais a chave para a compreensão da emergência da sociedade pós–industrial, mas sim a informação e a teia eletrônica dos controles virtuais."



PS. Semana de prova é algo de mais interminável neste mundo... Lembro-me da Esfinge: "Responda-me ou te devoro!"

quarta-feira, 3 de março de 2010

Enquanto isso...

Bom, antes de mais nada, gostaria de deixar claro que se por vezes, em meio a grandiosa quantidade de posts que fazemos semanalmente, nos ausentarmos, os Senhores não esmoreçam, pois, sim, nós retornaremos. Aliás, tentaremos não nos ausentar por muito tempo.

Quando todos nos mantemos à espreita, talvez pelo simples fato de ligarmos a televisão buscando saber a previsão do tempo, ou mesmo para começarmos o dia com o pé esquerdo, independente de o que nos motiva, fato é que ficar vigilante no mundo moderno em que vivemos é, a cada dia, nos atualizarmos... estarmos disponíveis, mesmo que involuntariamente, à novos conceitos. Isso é o que mais nos motiva: o aprendizado, a "metamorfose ambulante" - e o quanto somos levados a revermos nossos juízos de valor, de modo que a todo tempo nos perguntamos, por exemplo, qual é o novo padrão, o novo preço.

Dizem que não está muito caro.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Apresentação

Como? Por quê? Dizem que existe um motivo em torno de toda e qualquer atitude que venha a ser tomada – e mesmo próximo àquelas que ficam apenas no imaginário de um ou outro indivíduo. Bom, isso nos leva... ao Blog.

Pode até ser que alguns “blogueiros” tenham interesses mais concretos, pretensões mais amplas e sabe-se lá mais o que eles possuem como motivação mor. Fato é que este local será usado por mim e pela capciosa Wanessa Gueds não possui um real porquê e o como é ainda mais intrigante. É possível que comentemos sobre algo que a mídia venha a veicular, que falemos de algum filme, contemos alguma história ou que façamos um post em que nós mesmos tenhamos dificuldade de nos reconhecermos e entendermos.

De qualquer modo, o escopo principal desse espaço é: servir como um backup. Se alguns compõem, outros escrevem. Se eles gravam, nós publicamos. E como nem sempre se sabe o que há por vir, com a licença dos clichês “hollywoodianos” ou não, “a única regra é não termos regras”.


É sempre sábio tratar bem os desconhecidos...

Leonardo Neves